segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

SONETO DE FIDELIDADE

De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Vinícius de Moraes – Antologia Poética
Estoril, outubro, 1939

domingo, 27 de fevereiro de 2011

PRATIQUE O AMOR

AMOR,
Essência autorizada a produzir imagens,
a colorir os sonhos e a reproduzir emoções.
Vera Z Albuquerque

sábado, 26 de fevereiro de 2011

"MOMENTO MÁGICO"

Nas nuvens, flutuam o amor e a
sua emoção em fixar para o sempre
este "Momento Mágico";
só AMAR!
Vera Albuquerque

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

RESPONDA UMA COISA

Você que teve sua infância
durante os anos 60, 70...
Como pôde sobreviver?

Afinal de contas...
Os carros não tinham cintos de segurança, apoios de cabeça, nem air-bag!!

Íamos soltos no banco de trás fazendo aquela farra! E isso não era perigoso!

As camas tinham grades e os brinquedos eram multicores com pecinhas
que se soltavam ou no mínimo pintados com umas tintas “duvidosas“
contendo chumbo ou outro veneno qualquer.

Não havia travas de segurança nas portas dos carros, chaves nos armários de medicamentos, detergentes ou químicos domésticos.

A gente andava de bicicleta para lá e pra cá, sem capacete, joelheiras, caneleiras e cotoveleiras...

Bebíamos água de filtro de barro, da torneira, de uma mangueira,
ou de uma fonte e não águas minerais em garrafas ditas ¨esterilizadas¨.

Construíamos aqueles famosos carrinhos de rolimã e aqueles que tinham a sorte de morar perto de uma ladeira asfaltada, podiam tentar bater recordes de velocidade e até verificar no meio do caminho que tinham economizado a sola dos sapatos, que eram usados como freios...
E estavam descalços...

Depois de alguns acidentes...

Todos os problemas estavam resolvidos!

Íamos brincar na rua com uma única condição: voltar para casa ao anoitecer.
Não havia celulares... E nossos pais não sabiam onde estávamos!
Era incrível!

Tínhamos aula só de manhã, e íamos almoçar em casa.
Quando tínhamos piolho usávamos Neocid em pó.

Braço no gessos, dentes partidos, joelhos ralados, cabeça lascada
Alguém se queixava disso?

Todos tinham razão, menos nós...

Comíamos doces à vontade, pão com manteiga, bebidas com o (perigoso)
açúcar. Não se falava de obesidade, brincávamos sempre na rua e éramos super ativos...

Dividíamos com nossos amigos uma Tubaína comprada naquela vendinha
da esquina, gole a gole e nunca ninguém morreu por isso...


Nada de Playstations, Nintendo 64, X boxes, jogos de Vídeo,
Internet por satélite, Video cassete e DVD, Dolby surround,
Celular com câmera, Computador, Chats na Internet

Só amigos.

Quem não teve um cachorro Rin Tin Tin?
Nada de ração. Comiam a mesma comida que nós (muitas vezes os restos),
e sem problema algum! Banho quente? Xampu? Que nada!
No quintal, um segurava o cão e o outro com a mangueira (fria) ia jogando
água e esfregando-o com (acreditem se quiserem) sabão (em barra) de lavar roupa!

Algum cachorro morreu ou adoeceu por causa disso?

A pé ou de bicicleta, íamos à casa dos nossos amigos, mesmo que morassem a kms de nossa casa, entrávamos sem bater e íamos brincar.

É verdade! Lá fora, nesse mundo cinzento e sem segurança! Como era possível? Jogávamos futebol na rua, com a trave sinalizada por duas pedras,
e mesmo que não fossemos escalados... ninguém ficava frustrado
e nem era o “FIM DO MUNDO“!

Na escola tinha bons e maus alunos. Uns passavam e outros eram reprovados. Ninguém ia por isso a um psicólogo ou psicoterapeuta. Não havia a moda dos superdotados, nem se falava em dislexia, problemas de concentração, hiperatividade. Quem não passava, simplesmente repetia de ano e tentava de novo no ano seguinte!

As nossas festas eram animadas por radiolas com agulhas de diamantes deslizando sobre os discos de vinil, luz negra e um delicioso coquetel feito de groselha e maçã em cubinhos.

Tínhamos:
Liberdade,
Fracassos,
Sucessos e
Deveres.

...e aprendíamos a lidar com cada um deles!

A única verdadeira questão é: como a gente conseguiu sobreviver?
E acima de tudo, como conseguimos desenvolver a nossa personalidade?

Você também é dessa geração?
Este era o Nosso tempo!

Para os mais modernos, que tal uma pitada de curiosidade, comparação e reflexão?
Vamos cuidar do tempo de Agora?

Essa geração era feliz e sabia disso.
Como éramos felizes!!!
E, agora?

Form. By Ivo

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A BORBOLETA E A FLOR

Extraído do livro “A vida por linhas certas” de Legrand - Editora: Soler Editora

Certa vez, um homem pediu a Deus uma flor e uma borboleta.
Mas Deus lhe deu um cacto e uma lagarta.
O homem ficou triste, pois não entendeu por que o seu pedido veio errado.
Daí pensou:
- Também, com tanta gente para atender...

E resolveu não questionar
Passado algum tempo, o homem foi verificar o pedido que deixou esquecido.
Para sua surpresa, do espinhoso e feio cacto havia nascido a mais bela das flores...
E a horrível lagarta transformara-se em uma belíssima borboleta.
Deus sempre age certo.

O caminho da sua vida é o melhor, mesmo que aos seus olhos pareça que o que deseja AINDA não deu certo!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

“Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta”

Vá à luta na busca de seus ideais. Faça valer a sua verdade, aquilo em que você acredita.
Porque a verdade não é propriedade de ninguém.

Lembre-se que a sua verdade individual é o produto de sua vivência, seu conhecimento, experiências e bagagem.
Sendo a sua própria verdade diante dos fatos, ela será sua grande aliada na vida.

Pensando e agindo assim, estaremos abertos para refletir sobre temas onde cada um encontrará para si a sua verdade.
A sua razão de viver.

E, desta forma, todos nós teremos mais esta oportunidade de ampliar nossos horizontes.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

EXISTE UMA NOVA PORTA

"Muitos dos fracassos desta vida estão concentrados nas pessoas que desistiram por não saberem que estavam muito perto da linha de chegada". Thomas Edison

Quando uma porta se fecha para você, em algum lugar existe uma outra porta que está escancaradamente aberta à sua espera. Se um obstáculo se transpõe em seu caminho, existe uma nova trilha ao redor pela qual você poderá passar. Quando o plano A fracassou e também o plano B, sempre existe o plano C que poderá levá-lo aonde você deseja chegar.

Quando um alvo parece impossível, sempre existe alguma coisa que você poderá fazer para que ele se torne possível. Sempre existe uma nova porta aberta. É sempre necessário lembrar que Deus não nos deixou neste mundo à nossa própria sorte e aos nossos próprios cuidados. O Senhor nos convida a fazer da oração o primeiro recurso e não a ultima opção. Ele nos chama a persistência e a disciplina para um genuíno crescimento.

Lembre-se que quando uma abordagem fracassa, essa experiência se transforma numa excelente oportunidade de experimentar uma outra nova abordagem. Existe uma nova porta aberta a você. Não desista porque a sua fé em Deus, sua persistência e sua ação está lhe trazendo mais perto desta porta. Apesar do caminho parecer tortuoso, é esse mesmo caminho que poderá leva-lo a uma vida bem sucedida quando você nele persiste sem desistir.